Derrota do "Messias" no Senado expõe fragilidade na articulação política do Governo
- 30 de abr.
- 1 min de leitura

A derrota do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Senado não foi circunstancial, foi desenhada nos bastidores. Mais uma vez, o senador Davi Alcolumbre mostrou sua habilidade de articulação, operando longe dos holofotes e reorganizando forças enquanto o Planalto ainda contava votos incertos.
O episódio escancara a fragilidade da base governista em um ambiente que não perdoa amadorismo político. No Senado, não há espaço para improviso, vence quem constrói maioria antes da votação. E, dessa vez, o governo chegou tarde.
Nesse cenário, cresce a leitura de que o nome da vez para reorganizar a articulação política é o do senador Rodrigo Pacheco. Com trânsito entre diferentes campos e perfil mais institucional, Pacheco desponta como peça capaz de reconstruir pontes e dar previsibilidade ao governo dentro da Casa.
A lição é direta. Sem coordenação política eficiente, derrotas como essa deixam de ser exceção e passam a ser rotina.
Em Brasília, não basta governar, é preciso saber operar. Coluna Opinião PP


